Hotel de Selva na Amazônia – Tudo o que você precisa saber!

Olá Viajantes,

Quem nos acompanha há mais tempo sabe que já temos alguns quilômetros de estrada pelo Brasil e pelo mundo experimentando os mais variados tipos de experiências, mas foi em um hotel de selva no Amazonas que encontramos um daqueles poucos lugares que deixamos um pouquinho do nosso coração e muita saudade.

Se você encontrou esse post pensando em se hospedar em um hotel de selva na Amazônia, confira nossa experiência e saiba porque acertou em cheio nessa decisão. Se chegou sem querer neste post porque acompanha nosso Blog, prepare-se para uma sequência de posts que te farão incluir essa experiência na sua listinha de destinos desejados.

O Rio Negro parece um espelho

O que é um hotel de floresta?

Nada mais é do que um hotel imerso na natureza. As estruturas e o estilo podem ser variados, mas o que eles têm em comum é que estão inseridos na mata de tal forma que os turistas se sintam mergulhados na natureza. Geralmente esse tipo de hotel é encontrado em destinos de ecoturismo como reservas ambientais ou florestas mesmo.

Isso não significa, no entanto, sinônimo de perigo extremo ou de perrengue. Existem hotéis de selva com energia elétrica, banho quente e até mesmo internet disponíveis o tempo todo. A estrutura do lugar também não fica para trás, além de bons quartos, alguns possuem piscina e restaurante de altíssima qualidade.

Hotel de selva não precisa ser sinônimo de perrengue.

É um destino para toda a família?

Sim, mas com alguns cuidados. Afinal, muitos hotéis podem estar há algumas horas de um hospital e você deve levar isso em consideração. Boa parte das atividades diárias envolverão caminhadas em terrenos não uniformes, nadar no rio, remar canoas e outras atividades que as pessoas precisão estar em condições e dispostas a fazer. Não precisa ser um atleta, sou prova viva disso, mas precisa estar em condições mínimas de mobilidade e saúde.

Se você está se perguntando se é um ambiente para crianças, eu também diria que sim. Principalmente para as curiosas. Estivemos com algumas crianças entre 7 e 9 anos em alguns dos nossos passeios e posso assegurar que elas estavam maravilhadas com o que viam e aprendiam. Imagino o quanto essa experiência não pode impactar no trato que terão com o meio ambiente quando crescerem.  Alguns hotéis, por exemplo o Anavilhanas, recomenda a idade mínima de cinco anos. Já outros, como o Juma Amazon Lodge, não tem recomendação mínima de idade. De qualquer forma, leve em consideração o que comentei acima sobre os tipos de passeios e o quanto elas poderão entender e curtir dessa experiência a partir dessa idade.

Preciso tomar vacina? E os mosquitos?

É altamente recomendável que tome a vacina da febre amarela no mínimo 10 dias antes do embarque. Não esqueça de já pegar a carteirinha que assim já utiliza para viajar para outros países do mundo que exigem a vacina.

Quanto aos mosquitos, a experiência vai depender da sua hospedagem. Próximo do Rio Negro quase não há mosquitos por conta da acidez da água e um repelente simples deve resolver. Já perto do Rio Solimões, a história muda e os mosquitos são bem mais presentes.

A água do Rio Negro é tão ácida que quase não há mosquitos

E como fica meu bolso nessa brincadeira?

É verdade que o preço costuma assustar à primeira vista. Alguns hotéis, de olho nos estrangeiros que são boa parte dos clientes, dolarizam o pacote e apresentam o preço por pessoa. Por outro lado, é necessário considerar que esse tipo de hospedagem costuma oferecer um pacote bem completo. Ou seja, além do quarto, estão incluídos o transporte de ida e volta, as atividades/passeios feitas na região (costumam ser pelo menos dois por dia) e todas as refeições.

Com exceção de uma lembrancinha ou pelas bebidas não inclusas no pacote, não haverá mais surpresas e o preço acaba sendo diluído. Claro que o valor ainda é alto, mas com certeza vale o preço. Principalmente se levarmos em conta a complexidade da manutenção de tudo isso no meio da floresta e o quão difícil seria se hospedar tendo que providenciar os passeios e refeições diretamente com cada um dos fornecedores.

Quais são as minhas opções de hotel de selva próximo à Manaus?

Separamos algumas opções para que levem em consideração:

1 – Pousada Uakari

Para quem quer ter uma experiência bem autêntica em um bangalô sobre o rio, não liga para alguns luxos e está disposto a ir um pouco mais longe de Manaus, esse é o lugar certo.

Inaugurada em 1998, a pousada tem sua administração compartilhada entre o Instituto Mamirauá (responsável por diversas pesquisas na Amazônia e fomentada pelo poder público) e as Comunidades da região, que se organizaram e fundaram uma associação de ecoturismo. Ou seja, a maioria dos funcionários são das comunidades ribeirinhas que trabalham em um sistema de rodízio e se dividem entre suas funções tradicionais e as atividades do hotel.

Mesmo não tendo um serviço de hotelaria tradicional, os relatos dos serviços no tripadvisor são muito bons. As refeições são feitas com produtos locais e o conhecimento que os guias passam nos passeios são daquelas que só quem nasce e passa uma vida toda no lugar possui. Além desse conhecimento nativo, ainda é possível acompanhar palestras de pesquisadores e orientadores de turismo.

Outro ponto de destaque é que toda a estrutura foi criada para ser o mais sustentável possível. Eles utilizam energia solar, coletam água da chuva, tratam os efluentes, utilizam telhas recicladas de garrafas pets entre muitas outras iniciativas. Esse é um ponto super positivo para quem quer continuar desfrutando de toda a beleza amazônica por muitos e muitos anos.

Para chegar ao Uakari, é necessário pegar um voo de aproximadamente uma hora e meia a partir de Manaus para chegar em Tefé. Uma vez em Tefé, o trajeto é finalizado de barco pelos canais que vão se estreitando até avistar a pousada.

Dizem que o avistamento da pousada é uma das coisas mais bonitas. Não sei se existe outro hotel no Brasil ao estilo bangalô, mas me parece ser algo exclusivo da pousada que flutua tranquilamente sobre as águas bem na curva do rio. Além dos cinco bangalôs com duas suítes cada hospedando então até 10 famílias, ainda é possível acessar via passarelas o flutuante central com seu deck, cozinha, restaurante, bar, sala de vídeo e biblioteca. Os quartos são simples, sem ar condicionado e parte do dia sem energia elétrica também. Então aproveite esse período para descansar ou ler um livro.

Os passeios são muito parecidos com todos os demais da região. São trilhas na mata, avistamento de botos, pescaria de piranhas, focagem, passeios de canoa, avistamento do nascer do sol, remar canoinhas, visita à comunidade ribeirinha entre outros. Talvez o destaque fique pela possibilidade de passar a noite em uma casa suspensa, no interior da floresta, acompanhado por um guia. Deve ser uma experiência única mesmo!

2 – Mirante do Gavião

Para quem quer uma experiência amazônica com atividades dentro da floresta, mas não quer ficar dentro dela o tempo todo, o Mirante do Gavião pode ser a sua escolha.

O hotel fica localizado na beira do Rio Negro, mas dentro de Novo Airão. A cidade é a última acessível via terrestre para chegar ao Parque Nacional de Anavilhanas. As próximas comunidades são acessíveis apenas pelos barcos que estão sempre a cruzar o Rio Negro e podem ser observados de algumas áreas comuns do hotel.

Mas não pense você que o fato de o hotel estar dentro da cidade faz dessa experiência menos hotel de selva do que as demais. Além de ser esteticamente bonito com sua arquitetura inspirada nos cascos de barcos que remonta sua origem, o hotel foi construído de forma inteligente. Quando dentro do Mirante do Gavião, estará rodeado pela mata nativa e não terá a impressão de que está na cidade. Mas quando na porta de entrada do hotel, poderá pegar uma bicicleta para passear como se nunca tivesse deixado de estar próximo à cidade, ainda que bem pequena como é Novo Airão.

Para dormir, o Mirante do Gavião conta com 12 acomodações distribuídas por dois hectares de propriedade. O turista pode escolher entre três tipos de acomodações: Premium, Luxo e Casa na Árvore. Todas são muito espaçosas e com os luxos da vida moderna como ar-condicionado e banheiros completos.

Como todo hotel de selva que se preze, mantém as várias atividades conhecidas da região. Dentro das opções de experiências dos pacotes estão previstas trilhas aquáticas, contemplação do pôr do sol, focagem de animais noturnos, visita aos projetos sociais que o hotel mantém na cidade, trilhas terrestres (incluindo uma nas Grutas do Madadá), canoagem cabocla e massagens, além é claro da piscina e demais áreas sociais do hotel. O destaque dos passeios fica para os pacotes mais completos que preveem mini expedições. Partindo na manhã de um dia e voltando apenas no dia seguinte pernoitando na floresta ou em uma aldeia indígena , o turista observa a fauna e flora de dentro de uma lancha rápida, conhece as ruínas do Velho Airão (primeiro povoado português do Rio Negro que abrigava construções do período do Ciclo da Borracha mas que hoje está abandonada e tomada pela floresta), visita às cachoeiras do Parque Nacional de Jaú, banho com bóias no Rio Carabiani, visita à Comunidade da Cachoeira, canoagem, observa botos cor-de-rosa, alimenta Pirarucu, interagi com macacos, entre outras atividades.

Outro grande destaque do hotel fica por conta de Débora Shornik. Chef do famoso restaurante Caxiri de Manaus (que recomendamos muito que experimente), ela também assina o cardápio do Mirante do Gavião. Seja no restaurante ou no flutuante que também serve comidinhas como se fosse um bar na praia, o visitante desfrutará de ótimas opções de pratos regionais.

Nosso prato principal no Caxiri de Manaus estava bom demais!

3 – Juma Amazon Lodge

Essa pode ser a escolha para quem quer estar integrado na natureza, se hospedar em um hotel sob palafitas com vista para o rio e não liga para o ar-condicionado ou wi-fi.

Esse é um dos hotéis mais conhecidos e antigos da região, além de estar super bem avaliado no tripadvisor. Não será difícil encontrar relatos de blogs de viagem contando sua boa experiência no hotel.

Para chegar ao hotel, o turista enfrenta uma jornada de mais ou menos 3h30 de van, micro-ônibus e barco. Apesar de parecer cansativo, o trajeto tem lá suas vantagens. Depois da van buscar os hóspedes no aeroporto ou nos hotéis de Manaus e deixá-los no Porto do Ceasa, uma lancha rápida entra em ação em um trajeto de 45 minutos pelo Rio Negro e Solimões. Inclusive o barco para no famoso Encontro das Águas e passa a ser uma opção para quem não tinha feito o passeio antes. Depois finaliza com um trajeto de micro-ônibus com algumas paradas e um trajeto final de lancha rápida, para acessar o prêmio da viagem: um hotel verdadeiramente no meio da floresta amazônica.

A estrutura dos quartos é um dos destaques do hotel. Assim como todos os demais ambientes, estão todos sobre palafitas que se conectam por passarelas. São 19 bangalôs divididos em: Vista Floresta, Vista Rio, Vista Rio Família e o Panorâmico. Li relatos que os quartos que possuem vista para o rio costumam ficar um pouco mais distantes das áreas comuns e são bem silenciosos. Outro ponto interessante são os relatos do balanço dos cômodos do quarto. Como estão em palafitas em um rio, o balanço é o ajuste natural da estrutura do quarto. Então não se preocupe que se você sentir que está se movimentando, saiba que o quarto não está caindo!

Sem ar condicionado, a refrigeração fica por conta dos ventiladores e da brisa que eventualmente entra no quarto ao anoitecer. Como não há vidros na janela, o ar circula com mais facilidade e as telas ficam incumbidas de manter os insetos do lado de fora. Apesar de não ter frigobar no quarto, há bebedouros com água fresca espalhadas pelo hotel e você ganha uma garrafa térmica para ser sua companheira. O quarto ainda conta com energia elétrica e um bom banheiro com água quente.

Além de ter sido construído para se integrar à natureza, o Juma Amazon Lodge tem uma preocupação bem legal com o meio ambiente. Utiliza-se de energia solar, conta com um sistema de reciclagem e tratamento de esgoto e outras medidas para minimizar o impacto ambiental.

Na grade de passeios o hotel costuma disponibilizar: caminhada na floresta, passeio de canoa, passeio noturno, amanhecer no rio juma, pescaria de piranhas, caminhada com churrasco, visita à casa de um cabloco, caminhada com plantio de árvore, visita à uma Samaúma, escalada em árvore, pernoite na floresta, passeio ao redor do hotel e palestras sobre a região. Tem muita coisa legal para todos os dias que puder passar no hotel.

Em qualquer um dos hotéis que escolha, a grande estrela é a natureza

4 – Amazon Eco Park Jungle Lodge

Para quem quer ter uma experiência de floresta de selva, mas quer estar bem pertinho de Manaus.

Como anunciado no próprio site do hotel, trata-se de um complexo turístico, científico e cultural. Maior do que os hotéis que tratamos neste post, o Amazon EcoPark conta com 70 apartamentos divididos em três categorias: Standard, Superior e Superior Plus. Além dos quartos, bem equipados com banheiro completo e água quente, o complexo conta com um píer para embarque em desembarque em uma praia privativa no rio, bar, loja de conveniência e artesanato, restaurante, piscinas naturais e um espaço para repouso com redes e espreguiçadeiras.

Este talvez seja o hotel de selva mais próximo de Manaus. Para quem chega pelo aeroporto de Manaus, basta uma hora de van e barco para chegar. Quem já está na cidade, menos ainda. Para ambos os trajetos o hotel conta com seu próprio traslado. Mesmo com uma variedade um pouco menor de passeios do que alguns hotéis acima, as principais atividades estão cobertas. No pacote mais completo será possível fazer a caminhada ecológica, visitar a floresta dos macacos, visitar a casa do caboclo, pescaria e focagem noturna. Fora aproveitar as piscinas naturais e a praia de rio que fica logo na frente do hotel.

5 – Anavilhanas Jungle Lodge

Para quem quer uma experiência de imersão na floresta amazônica sem abrir mão do conforto e com ótimo nível de serviço.

Essa foi a nossa escolha de hotel e vamos dar todos os Detalhes sobre nossa estadia nos próximos posts. Mesmo já esperando muito do hotel, podemos dizer que a experiência superou nossas expectativas.

O Anavilhanas já era um plano antigo que sempre frequentava nossas conversas. Adiado tantas vezes, encaixar Manaus + hotel de selva nas férias é sempre algo difícil. Além do investimento financeiro, é uma viagem muito grande para feriados prolongados, mas parece pequeno demais para nossas férias maiores. Hoje, penso que não importa quanto tempo tenha, apenas vá!

O hotel fica próximo de Novo Airão, mas dentro de uma área de mata de frente para o Parque Nacional de Anavilhanas. O parque abriga por volta de 400 ilhas fluviais dentro do Rio Negro, formando o segundo maior arquipélago fluvial do mundo! Desta forma, ficamos com a impressão que o hotel tem o melhor dos dois mundos. Isso porque está dentro da floresta e de frente para o Parque Nacional, mas ainda próximo de Novo Airão e a uma distância de menos de 3 horas de van de Manaus.

Por estar tão bem localizado, o hotel conta com profissionais que vem e vão para suas casas sem precisarem estar confinados por grandes períodos (o que imagino ajudar no bom humor da equipe) e ainda conta com a facilidade de fazer a manutenção da estrutura e dos serviços sem maiores perrengues.

São três tipos de acomodações conhecidos por: Chalés, Bangalôs e Panorâmicos. Todos contam com ar condicionado, TV com canais SKY HD, frigobar, secador de cabelo, ducha quente (e que ducha!) e sofá. O quarto conta ainda com varanda toda envidraçada e uma rede para descansar que dá de frente para a floresta. O banheiro é outro destaque. Com ótimo espaço e ducha quente, o teto do box é de vidro, de forma que o hóspede possa tomar banho com a floresta sob a cabeça.

Além dos quartos o hotel conta com um restaurante, uma sala de estar e recepção (único lugar com internet e mesmo assim a conexão falha algumas vezes), sala de TV, bar, sala de ginástica, lounge externo, deck com redes de descanso, loja de artesanato, um mirante de 13 metros de altura para ver o rio e a floresta de cima, uma piscina com borda infinita com vista para o Rio Negro e um flutuante com deck no rio onde é possível nadar ou praticar stand up paddle. Apesar de toda essa estrutura, a construção é discreta e propositalmente rústica feita para estar integrada na floresta mantendo-a como a grande estrela.

Pôr-do-sol no mirante que fica na altura das copas das árvores.

O hotel também deixa claro sua preocupação com o meio ambiente e com o desenvolvimento das comunidades próximas. No website e no material disponibilizado nos quartos do hotel encontramos informações dos vários projetos sociais que estão apoiando e do tratamento de energia e esgoto. Como exemplo, toda a energia usada no hotel e boa parte dos barcos regionais tem origem em uma usina fotovoltaica própria.

O restaurante foi outra boa experiência. Com Menu a la Carte, nossa mesa foi a mesma na estadia toda. Seja no café da manhã, almoço ou jantar (além do lanchinho da tarde), fomos bem surpreendidos com opções de entrada, prato principal e sobremesa com sabores e ingredientes bem regionais e muito bem feitas.

Dentre as opções de passeios, os pacotes contemplam: Trilha nas grutas do Madadá, expedição em barco regional, visita a comunidade local, técnica e prática com arco e flecha, contemplação do nascer do sol, pesca recreativa de piranhas, trilha na mata de igapó, tour pelo arquipélago com avistamento de botos cor-de-rosa e tucuxis, trilha na mata de terra firme, canoagem pelos igapós e igarapés e focagem noturna. Nos próximos posts falaremos dia a dia da nossa experiência nestes passeios.

Ouvi dizer que tem cruzeiro também

Existem algumas opções de cruzeiros que passam poucos dias a navegar pelos rios do Amazonas, sendo os mais famosos o Iberostar Grande Amazon e o Expedição Katerre. Os barcos são uma boa opção para quem não quer ter que dormir em um hotel de selva, mas quer ter a experiência dos passeios e ver a floresta mais de perto. Além da própria experiência de passar alguns dias em um barco pelos rios e conhecer muitos lugares diferentes em uma mesma viagem.

O Iberostar é grande, com quartos confortáveis, lobbys, piscina com espreguiçadeiras, restaurante com comida e bebida servida no sistema de all-inclusive, bares, spa e shows noturnos.

Com um roteiro de 4 dias indo pelo Rio Negro e 3 dias pelo Rio Solimões, os hóspedes vão descendo em lanchas rápidas duas vezes ao dia para fazerem passeios pelo rio ou trilhas na mata. Entre um passeio e outro também há palestras e atividades de entretenimento com a tripulação.

Já a Expedição Katerre é pequena, comportando apenas 16 pessoas e muito mais simples que o enorme Iberostar. Mas isso não quer dizer que entrega menos, com vários possíveis roteiros, a estrutura do barco é confortável, com banheiro privativo em cada cabine e ar condicionado. O chef de cozinha prepara as refeições com ingredientes regionais que são muito bem avaliadas. Além da boa estrutura, os passeios são muito interessantes. É possível visitar as praias, cachoeiras e partes do rio menos exploradas onde o avistamento de alguns animais são mais fáceis.

Navegar em um barco regional é uma experiência bonita e diferente

Já deu para perceber que não há razões para não ter essa experiência. Seja mais afastado ou mais próximo de Manaus, mais luxuoso ou simples, no meio da floresta ou na beirada da cidade, em terra firme ou navegando sem parar pelo rio, opções não faltam para conhecer esse pedaço do mundo que não há lugar igual e que fica tão pertinho dos brasileiros. Ainda podemos nos aproximar dos povos da floresta e tentar resgatar um pouco em nós de como devemos tratar a natureza.

Esse é só o começo dos Detalhes da nossa viagem pela floresta amazônica. Fique esperto nas nossas redes sociais (facebook e Instagram) para receber em primeira mão os próximos posts e até a próxima!

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